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Guia Prático do CONSUMIDOR IDOSO  

 

Para além de mostrar as dinâmicas da nossa Instituição o site do Centro de Dia e Lar de Santa Ana de Azinha tem também esta missão pedagógica de poder levar ao conhecimento de quem o visita informação relevante destinada a toda a população.

Assim, publicamos o Guia Prático do Consumidor Idoso, preparado pela Direção- Geral do Consumidor.

 

Consulte clicando na foto ao lado

Guia Prático do Consumidor Idoso inclui uma edição especial sobre seguros e fundos de pensões

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"A Opinião de Pedro Gonçalves .

As IPSS não são um acessório do sistema, são uma das suas colunas principais. São elas que garantem proximidade, flexibilidade e humanidade no apoio social. São elas que chegam onde muitas vezes o Estado não chega, ou não chega a tempo.

Há uma tensão silenciosa a crescer no setor social em Portugal. Não ocupa o espaço mediático que deveria, mas está presente em cada instituição que diariamente faz o que é essencial, muitas vezes com o que é insuficiente.

As IPSS vivem hoje um dos maiores paradoxos estruturais da nossa sociedade. São chamadas a fazer mais, são pressionadas a melhorar condições, são exigidas na qualidade do serviço, mas continuam a ser sustentadas por um modelo de financiamento que não acompanha a realidade económica.

É importante dizer com clareza, a valorização salarial no setor é justa, necessária e inadiável. Quem cuida de pessoas não pode continuar a ser dos mais mal pagos. Mas há aqui um ponto crítico que não pode ser ignorado, não se pode exigir esse aumento sem garantir que existem condições reais para o suportar.

Existe hoje uma pressão significativa para o cumprimento dos acordos coletivos de trabalho. E bem. Mas essa pressão não tem sido acompanhada, com a mesma intensidade, por uma revisão estrutural dos acordos de cooperação. E é aqui que o sistema começa a falhar.

Os acordos de cooperação continuam, em muitos casos, desfasados dos custos reais. E os custos não param de subir. O recente aumento do gasóleo é apenas mais um exemplo claro e imediato. Para uma IPSS, não é um custo marginal, é um custo estrutural. Transporte de utentes, apoio domiciliário, distribuição de refeições, tudo depende disso.

Mas o impacto não fica por aí. O aumento do combustível arrasta consigo o aumento generalizado dos bens, especialmente na alimentação, que representa uma fatia significativa das despesas das instituições. Ou seja, estamos perante um efeito em cadeia que agrava ainda mais a fragilidade financeira de muitas organizações.

Perante este cenário, torna-se inevitável colocar questões que são tanto económicas como morais.

Faz sentido que uma instituição que executa, na prática, políticas sociais do Estado continue a ser tratada fiscalmente como uma entidade comum? Porque não avançar para um regime mais justo e coerente, que contemple a isenção total de IVA nas aquisições essenciais? Porque não implementar mecanismos de devolução do ISP, quando o combustível é utilizado diretamente em funções sociais?

Não estamos a falar de benefícios indevidos. Estamos a falar de coerência de sistema.

É justo reconhecer que este governo já deu alguns sinais de abertura ao setor social. Houve avanços, houve diálogo, houve disponibilidade para ouvir. Mas a verdade é que, perante a dimensão dos desafios atuais, isso não chega. É preciso mais, muito mais. Mais rapidez, mais profundidade nas medidas, mais coragem para reformar estruturalmente o modelo.

Porque o que está em causa não é apenas a sustentabilidade das instituições. É a sustentabilidade da própria resposta social em Portugal.

As IPSS não são um acessório do sistema, são uma das suas colunas principais. São elas que garantem proximidade, flexibilidade e humanidade no apoio social. São elas que chegam onde muitas vezes o Estado não chega, ou não chega a tempo.

E importa fazer um exercício simples, mas sério. O que aconteceria se, num mesmo dia, todas as IPSS deixassem de funcionar?

A resposta é inquietante. O sistema entraria em rutura imediata. Não há capacidade instalada no Estado para substituir, no curto prazo, o trabalho que estas instituições desenvolvem diariamente.

Por isso, continuar a adiar decisões estruturais é, na prática, empurrar o problema para um ponto de rutura que ninguém deseja.

Precisamos de um novo olhar sobre o setor social. Um olhar que reconheça o seu valor estratégico, que compreenda o seu impacto real e que tenha a coragem de ajustar o enquadramento financeiro e fiscal à sua missão.

Porque não se pode exigir excelência a quem vive constantemente no limite.

Como disse Winston Churchill, “Ganhamos a vida com aquilo que recebemos, mas fazemos uma vida com aquilo que damos.”

As IPSS são, talvez, uma das maiores expressões desse dar em Portugal.

Mas para continuarem a dar, precisam que o país, finalmente, lhes dê condições para existir com dignidade e sustentabilidade.

Fonte: SAPO Se as IPSS pararem um dia, o país vai parar com elas https://share.google/u3hWlJohDuvZct4Zj "

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Hoje estamos todos de parabéns pelo 47.º aniversário da FITI.  Alcançamos quase meio século.

Reflete bem o empenho, dedicação, construção e compromisso para com a missão da FITI.

Muitos parabéns a todos os colaboradores que passaram por cá e pelos os que permanecem, bem como aos órgãos sociais e parceiros que, ao longo destes anos, deram o seu melhor para tornar esta instituição exemplar e, apesar dos altos e baixos, conseguimos sempre erguer-nos. 

Que venham muitos mais anos com energia e visão inovadora rumo ao futuro, mas sempre comprometidos com a nossa missão.

Apresentação de candidaturas de 10 a 24 de março de 2026

No âmbito da Componente 03 – Respostas Sociais, investimento RE-C03-i01 - Nova Geração de Equipamentos e Respostas Sociais, do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), surge a medida C03-i01-m01 – Requalificação e Alargamento da Rede de Equipamentos e Respostas Sociais, tendo como objetivo modernizar e alargar a rede de serviços de apoio social, a fim de criar métodos mais eficientes de prestação dos serviços, obter uma maior cobertura territorial a nível nacional e melhorar as condições de trabalho dos profissionais nestas estruturas e a qualidade dos cuidados prestados aos utentes.

Neste contexto, é aberto pelo Aviso (AAC) N.º 19/C03-I01/2026 - Requalificação e Alargamento da Rede de Equipamentos e Respostas Sociais uma fase para apresentação de candidaturas para a aquisição de equipamento móvel.

Este aviso destina-se única e exclusivamente aos beneficiários finais que tenham celebrado Contrato de Comparticipação Financeira, cujos projetos de investimento se encontrem em execução, com auto de consignação com data anterior a 1 de março de 2026, na medida RE-C03-i01.m01 – Requalificação e alargamento da rede de equipamentos e respostas sociais do PRR, nomeadamente no Aviso N.º 15/C03-i01/2025 e enquadrados na dotação adicional prevista no ponto 12.7 do Aviso N.º 02/C03-i01/2021 – 7ª republicação de 30/05/2025, com intervenção nas respostas sociais contratualizadas:

Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI); 

Centro de Dia;

Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI).

 

Tem como objetivo financiar a aquisição de equipamento móvel, de manifesta necessidade para o funcionamento das respostas sociais, privilegiando a efetiva melhoria das condições de instalação, segurança e conforto dos utentes nestas respostas e cuja requalificação e alargamento integrou os referidos investimentos, no estrito número dos lugares efetivamente financiados.

 

A aquisição do equipamento móvel deve estar concluída até 30/06/2025.

São elegíveis os equipamentos móveis constantes do Anexo I do aviso, conforme adequabilidade a cada uma das respostas sociais. Podem ser considerados outros equipamentos móveis desde que devidamente justificados e aprovados pelo Beneficiário Intermediário.

Os custos/padrão de equipamento móvel por utente das respostas elegíveis, para determinação dos valores máximos elegíveis de referência relativo à aquisição de equipamento móvel, são os seguintes:

Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI)- 4.283 € (quatro mil, duzentos e oitenta e três euros) por lugares intervencionado;

Centro de Dia - 858 € (oitocentos e cinquenta e oito euros) por lugares intervencionado;

Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI) - 4.158 € -  (quatro mil, cento e cinquenta e oito euros) por lugares intervencionados.

Consideram-se lugares intervencionados, os lugares a criar e os existentes quando remodelados.

As entidades interessadas em concorrer devem garantir que continuam registadas no Balcão dosFundos: https://balcao.portugal2020.pt/balcao2020.idp/RequestLoginAndPassword.aspx , requisito obrigatório para permitir a formalização das candidaturas a efetuar através da submissão de formulário eletrónico no PRR-C03.respostassociais.gov.pt.

 

Aviso de Abertura de Concurso (AAC) - N.º 19/C03-i01/2026 ISS_PRR - Equipamento Móvel - Aviso n.º 19

O período para apresentação das candidaturas tem início a 10 de março de 2026 e encerra a 24 de março de 2026 pelas 17:59:59.

Documentos de Apoio e Contactos

 

Para obtenção de informações e esclarecimentos deverá ser utilizado o seguinte contacto:

Beneficiário Intermediário

Instituto da Segurança Social, I.P.

Sede: Av. 5 de Outubro, n.º 175, 1069-451 Lisboa | Portugal

Tel: (+351) 300512370

E-mail: ISS-PRR-EQUIPAMENTOSSOCIAIS03@SEG-SOCIAL.PT

 

Anexo: Aviso de Abertura de Concurso N.º 19/C03-i01/2026

Testemunho de Formandos

"Cara Sandra Mateus,

 

No que diz respeito às duas formações asseguradas pela FITI este mês; Primeiros Socorros e HST. Muito gostaria de elogiar o desempenho do Marco Costa. Eu só estive presente na segunda formação, mas é um formador muito educado, explica de forma muito clara e pausada, adequou-se imediatamente ao grupo com que estava a trabalhar. Excelente!  "

 

 

PARABÉNS MARCO!

A FITI agradece o teu empenho e profissionalismo!

FITI Revista Nº1

Pode consultar as nossas revistas em suporte digital

FITI Revista Nº2

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𝙋𝙧𝙤𝙟𝙚𝙩𝙤 𝙂𝙪𝙖𝙧𝙙𝘼𝙛𝙚𝙩𝙤𝙨 𝙖𝙥𝙧𝙚𝙨𝙚𝙣𝙩𝙖𝙙𝙤 𝙖̀ 𝙂𝙪𝙖𝙧𝙙𝙖 𝙉𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙡 𝙍𝙚𝙥𝙪𝙗𝙡𝙞𝙘𝙖𝙣𝙖 

 

O presidente da Federação das Instituições de Terceira Idade – FITI, José Carlos Batalha (também presidente da Direção da UDIPSS Lisboa), acompanhado pelos membros dos órgãos sociais Leonardo Batista e António José Inácio, foram recebidos no Comando Geral da Guarda Nacional Republicana (GNR), no Largo do Carmo, em Lisboa, no dia 22 de janeiro, numa reunião solicitada para apresentação do Projeto GuardAfetos.

Na conversa com o Major Sérgio Fonseca, da Divisão Policiamento Comunitário e Direitos Humanos da GNR, foram referidos os objetivos do Projeto, que está a ser desenvolvido no Município da Guarda, e a intenção de colaborar com a GNR para saber onde estão os idosos isolados, de forma a dar-lhes uma resposta social e de saúde adequada e próxima.

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